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Operação contra venda ilegal de celulares e cigarros eletrônicos é realizada

Segundo a Receita Federal, alvos da ação são estabelecimentos que não passaram por processo regular de importação.

Operação contra venda ilegal de celulares e cigarros eletrônicos é realizada
Foto: Fernanda Vieira/TV Integração
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Uma operação contra o venda ilegal de celulares e cigarros eletrônicos é realizada na manhã desta terça-feira (29) em Uberlândia. A ação tem como alvo lojas da região central e oeste da cidade.

Segundo a Receita Federal, os estabelecimentos fiscalizados são aqueles que não passaram por processo regular de importação. Quanto aos celulares, o órgão identificou que a maior parte deles são comercializados como novos, mas são “lixo eletrônico” de outros países.

Ainda de acordo com a Receita, o esquema para importação desse tipo de aparelho começa quando o consumidor estrangeiro troca o produto velho por um novo. Após a troca, o empresário estrangeiro coloca esse smartphone em uma nova embalagem e revende para outros países.

“Nesta operação são, principalmente, aparelhos eletroeletrônicos e celulares com indícios de descaminho. Infelizmente, temos hoje no nosso comércio a prática de pessoas que vão até os Estados Unidos, onde os celulares usados são descartados em troca de aparelhos novos. Eles são novamente embalados lá e vendidos com o preço mais em conta e os comerciantes daqui trazem para venderem como se fossem novos e originais”, disse o chefe da Divisão de Combate aos Crimes de Contrabando e Descaminho, Leonardo Guimarães Martins.

Assim, o comerciante brasileiro compra esses produtos e vende mais barato, mas sem informar ao consumidor que o produto não é novo.

Já quanto aos cigarros eletrônicos, a irregularidade se caracteriza na importação deste tipo de produto, que é proibido no Brasil.

A operação é realizada pela Receita Federal, em parceria com a Polícia Militar (PM). Os empresários poderão ser alvos de representação fiscal e responder pelos atos.

“A Polícia Militar está focada em coibir o crime de receptação, que é quando um produto de crime é comercializado. Estamos atuando no flagrante em delito, ou seja, se ao verificarmos os produtos na loja ficar constatado um prévio registro de crime, a prisão é efetuada”, afirmou o capitão da PM, Rodrigo Lopes.

FONTE/CRÉDITOS: Portal G1
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